A Escola Nacional de Danças do Ministério da Cultura realizou o final de seu ano letivo de 2025 e a graduação de novas Técnicas Superiores com uma gala artística realizada na Cidade das Artes, onde o balé clássico e a dança moderna se uniram no palco para mostrar o rigor, a disciplina e a identidade que definem a formação profissional nesta instituição.
Durante sua intervenção, a diretora Iguandili López refletiu sobre a demanda que detém a arte do movimento, e ressaltou que, após cada passo, há rigor na metodologia que exige o desenvolvimento da dança, o conhecimento do corpo e o profundo compromisso com a profissão.
O diretor também ressaltou que o mandato de dois anos da escola ocupa atualmente os espaços da Cidade das Artes, sede que recebeu mais de 900 alunos, refletindo o crescente interesse na formação profissional em dança.
Um dos momentos mais significativos da noite foi a graduação de nove alunos, dos quais sete obtiveram o título de Técnicas Superiores em Dança Moderna e dois no Balé Clássico, que culminaram em um processo marcado pela constância, desafios e paixão pela arte.
O programa artístico incluiu peças do repertório clássico como As Quatro Estações de Antonio Vivaldi e fragmentos da Suíte de Ballet Sylvia de Léo Delibes, com a proposta contemporânea Corpos Terrenos: O que a minha avó me disse, uma obra de dança moderna inspirada em relatos, mitos e memórias de diferentes regiões do país.
A gala serviu também para reconhecer os esforços do corpo discente em todos os seus níveis de formação, bem como o trabalho da equipe docente, cujo acompanhamento tem sido fundamental para a formação técnica e humana de futuros profissionais de dança e para o apoio contínuo dos pais.
O evento reuniu alunos, professores, famílias e público em uma noite marcada pela excelência técnica e emoção, que atestaram o crescimento sustentado desta instituição de formação no MiCultura e sua consolidação como ponto de referência nacional no ensino de dança.