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Dançarinas panamenhas e artes cativaram Barbados durante CARIFESTA XV

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Dançarinas panamenhas e artes cativaram Barbados durante CARIFESTA XV

Dançarinas panamenhas e artes cativaram Barbados durante CARIFESTA XV

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Cidade do Panamá 25 de agosto de 2025. De 22 a 24 de agosto, o Panamá participou da XV edição do Caribbean Arts Festival (CARIFESTA), em Barbados, com uma delegação liderada pela ministra da Cultura, María Eugenia Herrera, um casal de dançarinos e dois artesãos.

Sob o lema "Raízes caribenhas... Excelência Global", o país trouxe para o festival a tradição das Iscas Congos e o talento artesanal de Alex Santiago Tuñón, um artesão que fabrica Chapéu Pintano e Yilka Hart um artesão Guna, que compartilhava a riqueza cultural panamenha em cada movimento e apresentação de seus produtos.

Com a força do tambor e a cadência dos Baits Congos, nossos dançarinos encheram de energia o palco, passando sobre o patrimônio afro-descendente que faz parte da identidade panamenha. Ao mesmo tempo, o artesão alistava o público com peças que contam histórias através de suas mãos, onde cada fibra de um chapéu de malha e cada ponto de uma mola se tornaram símbolos vivos de tradição e memória.

Alex Santiago Tuñón, artesão da província de Coclé e herdeiro de uma tradição familiar de mais de 50 anos na produção do Chapéu Pintano, descreveu sua participação no CARIFESTA como uma experiência incrível e emocionante. Ele orgulhosamente compartilhou as técnicas de produção deste símbolo nacional, que despertou grande interesse no público caribenho.

"Foi muito especial ver como eles adquiriram nossos chapéus e como eles estavam animados para ver a bandeira do Panamá", disse ela. Em nome do artesão Togesan, ela agradeceu ao Governo Nacional pela oportunidade de mostrar esta arte que representa a identidade panamenha em fase internacional.

Por sua vez, Yilka Hart observou que "o que mais me surpreendeu foi que suas peças foram recebidas com admiração e curiosidade, como muitos visitantes têm se interessado em conhecer as histórias, técnicas de produção e valor cultural de cada trabalho. Para ela, este encontro cultural não só significou visibilidade internacional, mas também uma oportunidade de se conectar com o público caribenho, que se sentiu identificado com os ritmos e cores que compartilhamos como povos irmãos".

CARIFESTA XV transformou Barbados em um mosaico de culturas onde a música, a dança, as artes visuais e a tradição popular se encontraram com um diálogo sem fronteiras. Foi onde o Panamá compartilhou orgulhosamente sua panamennidade e celebrou com os países do Caribe e da América Latina a diversidade e diversidade que nos uniam como uma região.

Com aplausos e admiração, a delegação panamenha deixou uma marca em Barbados: um país que ouviu e viu e celebrou a arte panamenha.