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Assembleia Nacional aprova declarar a Rota Colonial Transsísmica como patrimônio cultural panamenho

Assembleia Nacional aprova declarar a Rota Colonial Transsísmica como patrimônio cultural panamenho

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A sessão plenária da Assembleia Nacional aprovou, em seu terceiro debate, o Projeto de Lei no 84, declarando a Rota Colonial do Transitorio como Patrimônio Cultural do Panamá e garantindo sua proteção, conservação e valorização e esta significativa iniciativa, apresentada por seu deputado José Pérez Barboni, foi unanimemente apoiada com 51 votos a favor e sem abstenção.

A Rota Colonial Transsísmica inclui um conjunto de locais de grande relevância histórica, incluindo o Conjunto Monumental de Portobelo e San Lorenzo, a Unidade Monumental de Casco Antiguo, o Sítio Arqueológico do Velho Panamá, o Caminho Real, o Caminho da Cruz e as ruínas da Capela do Palangan, também conhecida como Capela de Cárdenas.

Durante a discussão, uma Cortesia foi dada a especialistas nesta área, incluindo Samilith Stanziola, Diretor Nacional do Patrimônio Cultural do Ministério da Cultura (MiCultura). Stanziola destacou a importância desta lei para apoiar a candidatura da Rota Colonial Transitorial à Organização Educacional, Científica e Cultural das Nações Unidas (UNESCO) com o objetivo de incluí-la na Lista do Patrimônio Mundial.

"Essa lei estabelece planos de gestão e fornece ferramentas para proteção, como um estudo de impacto imobiliário, para garantir que nenhuma intervenção afete a paisagem cultural e associativa dessa rota icônica", afirmou.

A Lei n.o 84 estabelece que a MiCultura e o Ministério do Meio Ambiente coordenarão ações para salvaguardar e proteger os recursos culturais, biológicos e naturais da Rota Colonial Transsismática. A Seção do Patrimônio Cultural Nacional do Ministério da Cultura será responsável pela concessão de licenças para pesquisa arqueológica, conservação e restauração dentro desta área protegida.

Uma área tampão para o Caminho Real, o Caminho de Cruces e as ruínas da Capela do Palangana também são estabelecidos, onde a construção e alterações do ambiente natural e cultural são proibidas, com exceção dos necessários para a interpretação e valorização dos locais.

Essa legislação facilitará também a recolha de fundos e recursos para a investigação arqueológica e documentação do património, contribuindo para uma melhor compreensão da história e relevância cultural da região.