Os seguintes programas foram estabelecidos após o Plano Colmena, dirigido pelo Governo Nacional, e o Ministério da Cultura lançou seu espaço de primeira leitura com 120 empregos por autores panamenhos e terá a oportunidade de aproximá-los do mundo literário.
Esses espaços de leitura, organizados pela Diretoria de Direitos Culturais do MiCultura, incluíram uma fase inicial no que diz respeito à seleção e formação de voluntários e mediadores, que foram providos de ferramentas para melhor compreensão da leitura, animação, contação de histórias e uso de material de leitura, bem como norteá-los na construção de valores.
A ideia desses espaços de leitura como um órgão local ou local é que eles podem se tornar pequenos Centros de Promoção e Formação, representando um lugar educacional onde atualmente não existem bibliotecas.
"No Ministério da Cultura entendemos a leitura e o acesso ao livro como um dos principais direitos dos cidadãos e é vital combater a pobreza social e intelectual", destacou Carlos Aguilar Navarro, ministro da Cultura, em seu evento inaugural.
A leitura como prática sociocultural é um dos principais parceiros para promover os objetivos do desenvolvimento sustentável e fechar lacunas de desigualdade, pois a leitura é uma atividade implícita em todos os cenários em que as pessoas precisam se comunicar e construir juntas, acrescentou o regente do portfólio cultural panamenho.
Os mediadores de leitura são as pessoas mais importantes deste projeto, são voluntários dedicados à sua comunidade com a missão de aproximar seus vizinhos dos Espaços de Leitura por meio de atividades de leitura simples com a ideia de que os membros desta comunidade podem vir e passar algum tempo lendo individualmente, em grupo ou como desejam, porque são espaços poéticos que têm o objetivo de ser um lugar para provocar um desejo de ler, destacou Carlos Fong, leitor do MiCultura.
A MiCultura, como parte do Plano Colmena, fez a acreditação desta semana de 143 artesãos dos setores de Arraijan Cabecera e Burunga, onde os têxteis, fibras e acessórios familiares foram formalmente inseridos no mercado artesanal, dando-lhes mais oportunidades de serem avaliados para projetos e empregos e outros programas para aqueles dedicados a esta área econômica.
O Plano Colmena, projetado por Laurentino Cortizo Cohen, presidente da República, para alcançar um "Panamá livre da pobreza e da desigualdade, para Santo Frontera", é um trabalho articulado desenvolvido por diferentes entidades estaduais, para a implementação integral de políticas públicas por meio de oferta transversal, participação cidadã e também com o apoio de atores não governamentais que se unem para garantir e impactar positivamente e dar às pessoas o direito ao desenvolvimento.