• O Ministério da Cultura do Panamá e da OEI consolidam alianças históricas como parte do prestigiado festival Rio2C.
• O Panamá garante 1.000 bolsas de treinamento técnico internacional para o setor cultural e expandirá seu programa de sucesso "IberoDeletreo" com a Fundação Vamos falar bem e a OEI Panamá do Ministério da Cultura para 17 países.
Rio de Janeiro, Brasil. Em marco para a diplomacia cultural e o desenvolvimento das indústrias criativas do Brasil, sua delegação concluiu com sucesso a participação da República do Panamá na 6a reunião do Fórum Ibero-Americano de Vice-Ministros e Altas Autoridades de Cultura, realizada no contexto da reunião de inovação Rio2C no Brasil. A delegação panamenha, liderada pela Vice-Ministra da Cultura, Arianne Benedetti, com a assistência da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI) e OEI, estabeleceu uma agenda de alto nível com benefícios diretos e locais para os trabalhadores locais.
"Iberodelitro": Panamá Exporta um modelo de sucesso regional
Um dos principais momentos deste evento foi a intervenção do vice-ministro Benedetti, que antecipou a plenária IberoDeletrean a primeira edição do IberoDeletreo como uma das práticas pedagógicas e culturais mais bem sucedidas da região. O concurso, que em sua estreia foi reunido em 10 países-irmãos, foi unanimemente acolhido pelo Fórum. O Panamá lançou oficialmente um compromisso para alcançar uma plena participação de 17 nações com vistas a 2027, oferecendo acompanhamento metodológico formal e assistência técnica institucional para
Que cada país conduza seu concurso nacional e se proponha ao seu aluno final na grande versão ibero-americana.
Formação em massa: 1.000 bolsas técnicas a partir de setembro
Devido à parceria estratégica entre a OEI e o Ministério da Cultura do Brasil, foi formalizado o programa de internacionalização da Escola de Cultura e Economia Criativa de Solano Trend (Escult). Na sequência desta gestão, o Panamá terá uma atribuição exclusiva de 1.000 bolsas internacionais, totalmente gratuitas e virtuais.
Os cursos terão uma carga acadêmica de 60 horas e não exigirão educação prévia e abrirão sua inscrição em setembro de 2026. Beneficiários poderão treinar em disciplinas técnicas de alta demanda, como produção audiovisual, fotografia, animação digital, sonorização e produção documental, fortalecendo o capital humano do setor em todas as províncias do território panamenho.
Inovação na Rede de Museus e Intercâmbio Artístico
Na área da educação patrimonial, a missão oficial serviu para manter a vontade sustentada e o compromisso histórico da OEI na promoção dos sistemas museológicos da região. Com base no fundo forte e sua vasta trajetória na concepção, sustentabilidade e dinâmica de grandes infra-estruturas culturais na Iberoamerica, uma parceria estratégica para o fortalecimento da rede nacional de museus do Panamá olha para si mesma.
Essa cooperação não se limitou a um esquema de cuidado tradicional, mas foi apresentada sob uma visão global de integração cultural bidirecional. O quadro de colaboração procuraria colocar artistas locais e exposições panamenhas nos circuitos museais do Brasil e vice-versa, facilitando a intercirculação de coleções com alto valor histórico e identitário.
Para enfrentar os desafios logísticos globais, a OEI e o Ministério da Cultura darão prioridade à co-criação de programas em plataformas virtuais interativas, bem como mecanismos de mobilidade ocupacional através de residências artísticas e estágios técnicos em áreas de ponta, como curatórios e mediação pedagógica.
Direitos do artista e integração centro-americana
A agenda de trabalho também abordou dois desafios fundamentais para o futuro das políticas públicas baseadas em evidências:
- O status do Artista: Panamá acrescentou à chamada regional de assistência técnica internacional com a concepção de quadros regulatórios específicos, permitindo que o país tenha regulamentos que garantam direitos trabalhistas, financeiros, fiscais e de direitos autorais adaptados à dinâmica do setor cultural.
- Mercado Cultural da América Central: A assinatura de um acordo para a criação do primeiro Mercado de Indústrias Culturais e Criativas da América Central, programado para novembro de 2026 em El Salvador, foi apoiada. O Panamá prepara-se atualmente para liderar uma delegação de empresários, músicos, designers e produtores audiovisuais nesta grande plataforma de negócios regional.
Com essas ações, o Ministério da Cultura e a OEI reafirmam a cultura e a economia criativa como motores estratégicos de inovação, inclusão social e geração de renda na região ibero-americana.