Panamá, 25 de março de 2026. - A 14a edição do Festival Internacional de Cinema do Panamá (IFF Panamá 2026) será realizada de 9 a 12 de abril de 2026, sob o lema "Cinema es Vida". A edição terá um programa robusto de mais de 40 filmes, 7 deles panamenhos, da América Latina, América Central, Caribe, Europa, África e Ásia, e será exibida em locais icônicos como o Teatro Nacional, o Museu do Canal e, pela primeira vez, na Cidade das Artes.
O festival reafirma sua posição como um evento que projeta talentos nacionais e atrai um olhar global sobre a indústria audiovisual panamenha.
Durante seu lançamento oficial, a Ministra da Cultura, María Eugenia Herrera, destacou que o cinema é uma espinha dorsal do ecossistema cultural e uma ferramenta essencial para o desenvolvimento criativo e fortalecimento da identidade.
"Do Ministério da Cultura cumprimos nossa missão de fortalecer o ecossistema audiovisual panamenho. Esse compromisso se reflete hoje na tela: este ano celebramos que sete filmes panamenhos, feitos graças ao Fondo Cine do Panamá, farão parte do programa do festival, mostrando que quando houver políticas públicas sustentadas, o talento será melhorado e o cinema nacional será consolidado", acrescentou.
Entre os novos eventos deste ano, a Cidade das Artes servirá de palco estratégico para projeções, painéis industriais e oficinas. Além disso, o programa incluirá seleções como Perspectiva Panamá, Histórias da América Central e do Caribe, e Portal Iberoamericano, destacando a participação de sete filmes panamenhos feitos com o apoio do Fondo Cine do Panamá.
O evento contou com a participação de figuras públicas e culturais, incluindo Astrid Ábrego, Ministra responsável pelo Comércio e Indústrias, Sheila González, Diretora Nacional de Cinema e María Cecilia Arias, Diretora da Comissão de Preenchimento do Panamá. Também estiveram representadas Pituka Ortega e Karla Quintero, líderes da Fundação IFF Panamá.
Em sua declaração, o ministro Herrera enfatizou a visão do Governo Nacional, liderado pelo presidente José Raúl Mulino, para consolidar o país como um Centro Cultural regional, concluindo que "o Panamá não só consome cinema, mas acredita, vive e orgulhosamente o exporta".