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Ministério da Cultura destaca a conservação do patrimônio panamenho no II Simpósio de Conservação e Proteção do Patrimônio Cultural

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Ministério da Cultura destaca a conservação do patrimônio panamenho no II Simpósio de Conservação e Proteção do Patrimônio Cultural

Ministério da Cultura destaca a conservação do patrimônio panamenho no II Simpósio de Conservação e Proteção do Patrimônio Cultural

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Panamá, 23 de agosto de 2025. - O Ministério da Cultura participou neste sábado no II Simpósio sobre Conservação e Proteção do Patrimônio Cultural do Panamá, organizado pela Sociedade Panamenha de Engenheiros e Arquitetos (SPIA) e pela Universidade Interamericana do Panamá, com uma agenda dedicada à reflexão sobre desafios e avanços na gestão do patrimônio cultural nacional.

O Diretor do Gabinete do Centro Histórico de Colón, Joel Coras, representado pela Ministra da Cultura, María Eugenia Herrera, com as suas palavras de abertura, reafirmou que a conservação do património cultural constitui uma política de Estado e uma tarefa partilhada entre as instituições, a academia, os sindicatos e a sociedade civil.

O simpósio também contou com o trabalho de Samileth Stanziola, diretor da Direção do Patrimônio Cultural Nacional, que apresentou a importância da Rota Colonial Transísmica e os projetos de restauração em curso dos fortificantes caribenhos, especialmente em Portobelo, bem como detalhes da restauração da Igreja de San Felipe, a Capela de São João de Deus e seu ambiente imediato.

A Rota Colonial Transsísmica representa um processo de planejamento de mais de 15 anos que atingiu um marco histórico em julho de 2025: o registro de sua fase I na Lista de Patrimônio Mundial UNESCO com seis componentes que atestaram a relevância do Panamá para a história universal do comércio e dos intercâmbios culturais.

Durante sua intervenção, Stanziola ressaltou que esses projetos de restauração na Portobelo buscam bem como a conservação física dos monumentos, fortalecendo o tecido social através da participação comunitária, revitalizando a economia local e melhorando o patrimônio como um motor para o desenvolvimento sustentável.

Nessa atividade, ela também destacou Marixa Lasso, historiadora da Associação de Interesse Público para a Pesquisa Histórica Antropológica e Cultural (CIHAC AIP) no MiCultura, que apresentou seu artigo "Repensando os limites do centro histórico do Panamá" e bem como Julia Mayo, presidente da Fundação El Caño, com o tema "Ouro, antepassados, rituais e espaços sagrados: Recentes descobertas de El Caño", entre outras palestras interessantes.

Assim, o Ministério da Cultura reiterou seu compromisso de trabalhar de forma coordenada com governos locais, organizações comunitárias, agências internacionais e o setor privado para garantir que o patrimônio panamenho seja preservado, valorizado e projetado como um recurso estratégico para essas e futuras gerações.