A Feira Internacional do Livro 2023 tem um espaço impressionante, chamado "Identidade e Origem", preparado pela Casa do Livro Panamenho com a contribuição do Ministério da Cultura (MiCultura), onde você pode encontrar informações sobre todas as nações indígenas do Panamá e ver algumas de sua cultura.
O MiCultura, por meio do Departamento de Patrimônio Cultural Imaterial, contribuiu com os conteúdos e fotografias dos sete povos nativos representados ali por ativos delegados designados por suas autoridades.
A Casa Panamenha do livro coordenou o alojamento e a mudança de MiCultura de cerca de 28 delegados de diferentes territórios indígenas e daqueles localizados na Cidade do Panamá.
No estande, cada uma das nações: Buglé, Gunadule, BriBri, Emberá, Wounaan, Naso e Ngäbe têm seu próprio espaço e exposição onde você pode conversar com suas delegações e ver livros, artesanato e conteúdos interessantes de cada povo indígena, sua localização, língua, gastronomia de seu patrimônio cultural intangível.
Carina Gamarra, de Naso Tjër Di, comentou: "Sinto-me grato pelo convite como cidade, para apresentar o que temos e oferecer. Nesta oportunidade trouxe artesanato como cestas de fios, jóias de semente, lanças e pratos tradicionais que foram usados anteriormente.
Por sua vez, Rolando Marín, do território de Bribrí, afirmou que "a nossa participação nesta feira é com a intenção de nos identificar como indígenas, como nativos, para que a comunidade panamenha e internacional nos conheça, que temos outra língua e que existimos".
Para prestar homenagem a esses povos, MiCultura, com a equipe do Programa Cultural da feira, organizou uma variedade de atividades culturais com a participação de representantes de povos nativos: conversos de cosmovisão, línguas, jogos ancestrais, pintura corporal, danças tradicionais, contador de histórias, apresentações de livros, reuniões com uma tradição oral e assim por diante.