O histórico Parque Portobelo tornou-se um palco de gala para receber a sétima edição do pollera congo Festival, um evento que destacou a força, liderança e resistência da cultura afro-colonial panamenha através da música, dança e orgulho de suas tradições.
A atividade começou com a oportunidade de sentir uma identidade, reunindo comunidades, artistas e portadores de tradição. Um dos momentos mais emocionados do evento foi o desenvolvimento do retrato de Reina congo "Catalina", capturado pela lente da fotógrafa Sandra Eleta, presidente da Fundação Portobelo.
O evento homenageou a memória de uma figura que encarna o patrimônio dos povos negros do Panamá.
O festival cativava os participantes com seu espetacular desfile aquático, onde o ritmo do tambor ressoava sobre as águas do Caribe, seguido de uma parada pelas ruas de Portobelo.
A cada passo, a dança contagiosa e o movimento rolatório dos pescoços têm mostrado que a essência da região permanece válida e com mais força a cada dia.
Além de expressões artísticas, o festival ofereceu uma exibição única para a cozinha local e a venda de artesanato, permitindo aos visitantes mergulhar em uma experiência cultural completa.
Esse sétimo encontro não só comemorou as raízes do nosso povo, mas colocou Portobelo como o epicentro da salvaguarda e transmissão do legado congo, elevando o valor da herança nacional em cada repetição tambor.
A ministra da Cultura, María Eugenia Herrera, a vice-ministra Arianne Benedetti e a secretária-geral Ivis Moreno com o prefeito de Portobelo, Carlos Chavarría estiveram ativamente envolvidos em todas as atividades culturais deste grande evento