O Ministério da Cultura do Panamá desafia os esforços e o trabalho dedicado dos artesãos que homenageiam o chapéu de pintura, um dos símbolos mais representativos do folclore panamenho. Nesta ocasião, o Diretor Nacional das Artes, Gianni Bianchini, foi representado pelo Ministro da Cultura na abertura do Festival e da Coroação de S.M. Mailin Batista Herrera. Bianchini enfatizou a relevância do evento como um impulso ao turismo cultural e desenvolvimento econômico de La Pinada.
Durante o festival, com uma experiência imersiva com a riqueza cultural panamenha, o concurso foi realizado com os peões brancos, onde os participantes competiram na técnica de tecido sob prazos, com três ofícios talentosos premiados.
Além disso, foram realizadas oficinas onde os participantes puderam aprender sobre a produção completa do chapéu de tinta, desde a coleta de materiais até o treinamento final e decoração.
No sábado à noite, um atum tradicional, liderado pelo prefeito de La Pintada, Ina Rodriguez, ea caminhada da rainha com delegações populares encheu o ambiente de cor e alegria, reforçando as tradições panamenhas.
No dia seguinte, o Mil Hat Parade contou com a presença de mais de 30 delegações, com a presença do Presidente da República, José Raúl Mulino, e da Primeira-Dama, Maricel de Mulino. A Ministra da Cultura, María Eugenia Herrera, abriu o desfile com a bandeira, acompanhada de figuras como Arianne Benedetti, Vice-Ministra da Cultura e Katherine Bucktron, Diretora Nacional de Direitos Culturais e Cidadania.
"Cada chapéu é uma obra de arte única, feita com fibras naturais e técnicas ancestrais transmitidas de geração em geração", ressaltou Herrera ao passar a bandeira do desfile para a Primeira Dama.
O festival também incluiu concurso para chapéus, em diferentes categorias onde as peças proeminentes foram premiados por seu design, originalidade e perfeição técnica. A organização reconheceu e apreciou o apoio do Ministério da Cultura na condução desta celebração cultural.
Desde dezembro de 2017, o chapéu de tinta tem sido reconhecido como Património Mundial Intangível pela UNESCO e suas tecnologias de produção e sua importância como símbolo da identidade panamenha.