Mais de 30 pessoas participaram da Noite de Arte Neurdivergente
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O Ministério da Cultura (MiCultura), através do Escritório de Igualdade de Oportunidades, realizou uma série de atividades na sede em 21 de março com o objetivo de dar as ferramentas necessárias às pessoas com neurodiversidade para enfrentar os desafios de viver com diagnósticos da arte.
Jorge Morales, diretor do Escritório de Igualdade de Oportunidades do Ministério da Cultura, afirmou que estamos organizando atividades para dar visibilidade ao fato de que nem todos os cérebros funcionam da mesma forma, há uma diversidade na forma como os indivíduos processam informações e estímulos. Entre 15 e 20% da população mundial são considerados neurodivergentes e em equipes profissionais, as pessoas de neurodivergência podem ser até 30% mais produtivas do que os parceiros neurotópicos.
Um briefing foi realizado com uma explicação do conceito de neurodivergência, diagnósticos que entram nele e ajustes para pessoas neurodiversos dirigidos pelo Dr. Guillermo Rodriguez, um psiquiatra com um especialista em saúde ocupacional.
O corpo docente do Departamento Nacional de Direitos Culturais e Cidadania deu uma oficina de arte que incluiu aulas de dança - teatro, TanCubo e danças folclóricas.
A tarde terminou com a conversa, "Meu filho, arte e eu", com pais de artistas profissionais neurodiversos que compartilharam suas experiências enquanto cresciam e como descobriram como estimular seus filhos e tê-los abrindo espaço no mundo profissional.

